Por que a gente trabalha assim
A dor tem endereço.
Boa parte de quem chega aqui já passou por outros consultórios por causa de dor de cabeça,
dor no ouvido ou tensão no pescoço. Nem toda dor dessas começa na mordida — mas quando
começa, dá para identificar no exame clínico e tratar. O primeiro passo é sempre descobrir
de onde ela vem, não silenciar o sintoma.
Do outro lado, quem perdeu um dente costuma achar que o problema é o espaço vazio. Só que
a boca inteira se reorganiza em volta da falta: os dentes vizinhos se inclinam, um lado
passa a mastigar mais que o outro, e a articulação acaba pagando a conta. Por isso implante
e DTM aparecem tanto na mesma consulta.
E tem o que quase ninguém fala em voz alta: quase todo mundo adia por achar que não cabe
no orçamento. No tratamento de DTM, boa parte do caminho costuma ser coberta pelo convênio.
No implante, o valor real costuma surpreender para menos — e, quando não cabe à vista,
a gente parcela aqui dentro, sem banco no meio. Isso você descobre na primeira consulta,
não depois de decidir.
Um sorriso vai muito além dos dentes — antes de qualquer coisa, ele precisa funcionar sem doer.